Quem é você na guerra?

18 de maio de 2016 Publicado por Brasil Game Show

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Jogos de guerra sempre foram amplamente aceitos pela comunidade gamer e exemplo de um gênero dentro dos games de FPS, que sempre foi alvo de críticas e de certo amor. Jovens ao redor do globo desde os primórdios dos videogames se viam como soldados enfrentando inimigos cada vez mais perigosos. Com a evolução tecnológica e a criação de uma série infindável de novos games, o gênero (ou sub-gênero) ganha novas ramificações e contrastes, atendendo a um público sedento por novas experiências, narrativas e multiplayers.

O mercado de games vem sendo mais rentável que Hollywood há um tempo, vide grandes lançamentos das últimas gerações. Os jogos ficaram ainda mais complexos do que filmes e os estúdios detém tecnologia de ponta para criarem experiências complexas a ponto de fazer os mais desavisados duvidarem se o que veem na tela é real ou não. Games de guerra precisam promover a imersão do jogador de tal maneira que ele sinta “na pele”, de forma figurada é claro, as ações dos seus personagens. É como se o gamer precisasse viver aqueles momentos de tensão, é a tal da adrenalina fazendo efeito.





Por conta de games assim fazerem muito sucesso, que há fórmulas que se repetem para lembrar o jogador da essência de cada título. É natural que isso ocorra e que nem sempre novidades sejam bem recebidas. Os games que são lançados e fazem sucesso tentam chegar a um público muito amplo e, agora, estão focando em “sub-sub-gêneros” como jogos feitos para quem gosta de desafios na Primeira Guerra Mundial e para quem gosta de games futuristas. Há jogos para todos os gostos e tanto Battlefield 1 quanto o novo Call of Duty: Infinite Warfare estão no mercado para serem experiências diferentes e para agradar públicos que anseiam por novidades distintas. É extremamente saudável para o mercado e para os jogadores poderem contar com games de alto nível com propostas diferentes.

Assim como quem gostava de jogar Silent Hill e Resident Evil, compreendendo suas diferenças e nuances, é necessário olhar para os novos games e escolher os que mais têm a ver com o perfil do jogador que irá jogá-lo. Com apostas em caminhos diferentes das empresas, só quem tem a ganhar é o consumidor que pode caminhar por estradas paralelas e nada iguais. Assim, o gamer terá mais escolhas e novas maneiras de encarar mundos ameaçadores e divertidos.





Esse ano, haverá muito jogo bom sendo lançado e o veredicto será dado pelos jogadores, quem sabe, ainda durante a BGS desse ano. Queremos muito ouvir os nossos visitantes sobre todos os jogos. Diga o que pensa no nosso Facebook e Twitter. Diga para a gente quem é você no campo de batalha? Um soldado com armas atuais, com armas antigas ou armas que só existem na ficção? E com qual game de guerra você se identifica?

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